Suécia - Sabe aquela história de que tamanho não é documento? Pois é, existe aqui na Suécia também. Em enquete online realizada por um dos tablóides mais populares por aqui mostrou que - pasmem! - tanto os homens como as mulheres suecas concordam que quanto maior o pênis, melhor a relação sexual. O resultado da pesquisa é demonstrativo: 60 mil pessoas
responderam e nada menos do que 70% dos homens e 60% das mulheres acham que pênis grande é ótimo.
Isso aqui não é uma coluna sobre sexo, por isso não tecerei comentários sobre as preferências suecas a respeito do tamanho do órgão sexual masculino (tentem esconder seu desapontamento, ok?). Mas uma coisa sempre me divertiu: como a importância do tamanho também existe em muitas áreas da vida humana, às vezes de forma invertida. Senão vejamos, se lembra da última vez em que você comprou um celular? Você procurou pelo
maior do mercado ou pelo menor?
Pois é, depois dessa analogia sutilíssima (hoje eu tô que tô), me lembro que conheci um jornalista norueguês há uns anos, quando ainda trabalhava como jornalista no Brasil. Havia viajado pros EUA a trabalho, e ele fazia parte da leva de repórteres europeus de publicações
especializadas em tecnologia. Não me lembro o nome dele, mas não consigo esquecer do tamanho da criatura, mais de dois metros de corpulência nórdica, pele rósea no mesmo tom de Baby, o porquinho falante.
Esse norueguês era uma comédia (pelo menos para os jornalistas sulamericanos). Depois do dia de trabalho, ele se sentava no bar do hotel e tomava todas. No final da terceira rodada, era a hora de "mostrar o celular". Juro que nunca tinha visto um celular tão pequeno em toda a minha vida. Tenho a impressão quer era um modelo japonês ou coreano. Ele, muito orgulhoso e já mais pra lá do que pra cá, mostrava as funções do miniobjeto, e eu achando aquilo tudo uma loucura só.
Me lembro de pensar que o velho Sigmund Freud faria uma festa analisando meu amigo Baby norueguês.